Pesquisa Real Time Big Data: Daniel Vilela lidera corrida ao governo de Goiás em 2026
Uma nova pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta quarta-feira (18), aponta o atual vice-governador Daniel Vilela (MDB) como o favorito na disputa pela sucessão de Ronaldo Caiado. O levantamento mostra Vilela liderando tanto nas intenções de voto espontâneas quanto nas simulações de primeiro e segundo turnos.
O estudo ouviu 1.500 eleitores goianos entre os dias 16 e 17 de março, apresentando uma margem de erro de 2,0 pontos percentuais. O registro no TSE sob o código GO 07569/2026 garante a validade jurídica do levantamento.
Cenário de 1º Turno (Espontâneo)
Na modalidade onde os nomes não são apresentados aos entrevistados, Daniel Vilela aparece na frente, seguido pelo ex-governador Marconi Perillo.
- Daniel Vilela (MDB): 9%
- Marconi Perillo (PSDB): 5%
- Gustavo Gayer (PL): 3%
- Vanderlan Cardoso (PSD): 2%
- Outros/Brancos/Nulos/Não sabem: 79%
Análise e Contexto Político
A liderança de Daniel Vilela reflete o anúncio oficial feito por Ronaldo Caiado no último sábado (14), em Jaraguá, onde o governador apresentou seu vice como o candidato natural à sucessão. A estratégia de consolidar a chapa governista precocemente parece estar surtindo efeito na percepção do eleitorado.
| Ponto Chave | Detalhe |
| Continuidade | Vilela herda a aprovação recorde de Caiado, especialmente em segurança pública. |
| Aliança MDB-PSD | A migração de Caiado para o PSD fortaleceu a estrutura partidária em torno de Vilela. |
| Oposição | Marconi Perillo mantém uma base fiel, mas enfrenta altos índices de rejeição em cenários estimulados. |
Projeções de 2º Turno
Nas simulações de segundo turno, Vilela venceria todos os principais adversários testados pelo instituto. Em um eventual embate direto contra Marconi Perillo, o emedebista abriria uma vantagem considerável, superando a margem de erro com folga.
O levantamento também indicou que a pauta nacional — como a pré-candidatura de Caiado à Presidência — tem influenciado o debate local, ajudando a nacionalizar a imagem de Daniel Vilela como um gestor alinhado às pautas de direita e centro-direita que dominam o estado.



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