Folia Goiás 2026 movimenta economia e consolida o estado como potência no turismo de eventos
O investimento estratégico de R$ 20 milhões do Governo de Goiás na Folia Goiás 2026 transformou o Carnaval deste ano em um motor de desenvolvimento econômico. Com festividades realizadas em Goiânia e em outras 23 cidades do interior, o estado registrou recordes de público e uma movimentação financeira que fortaleceu desde grandes redes hoteleiras até o comércio informal.
A iniciativa, coordenada pela Goiás Turismo, focou em municípios com alto potencial turístico como Porangatu, Goianésia, Uruaçu, Três Ranchos e Aruanã. Segundo Roberto Naves, presidente da agência, o sucesso do evento reafirma Goiás como um destino seguro, organizado e preparado para sediar megaeventos, gerando empregos temporários e renda imediata para a população local.
Radiografia do sucesso: Números e impacto regional
O balanço divulgado pelas prefeituras e pelas forças de segurança revela o impacto direto em cidades-polo do interior:
- Uruaçu: Foi o grande destaque em volume financeiro, com R$ 20 milhões injetados na economia local e 100% de ocupação hoteleira para atender os mais de 120 mil foliões.
- Goianésia: Recebeu 114.924 pessoas, monitoradas por um sistema de inteligência artificial de leitura facial da Polícia Militar. A festa gerou um incremento de R$ 15 milhões no comércio entre os dias 13 e 16 de fevereiro.
- Três Ranchos: Atraiu mais de 73 mil pessoas, esgotando os leitos da cidade e transbordando a demanda para municípios vizinhos como Ouvidor e Catalão. O impacto econômico superou R$ 12 milhões.
- Aruanã e Porangatu: Somadas, as cidades atraíram cerca de 82 mil turistas, movimentando a cadeia de serviços e resgatando tradições culturais com infraestrutura de alto padrão.
Segurança e Tecnologia na Folia
Um dos diferenciais da edição de 2026 foi a integração tecnológica. O uso de IA para reconhecimento facial e monitoramento em tempo real permitiu que o recorde de público fosse acompanhado de uma sensação de segurança reforçada.
Para o setor de serviços — incluindo bares, restaurantes, postos de combustível e supermercados — o Carnaval deixou de ser apenas uma data festiva para se tornar um período de faturamento crítico, consolidando o “turismo de eventos” como um pilar da economia goiana na atual gestão.



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