Suspeito mata companheira em Goiânia, se passa por ela para pedir dinheiro à família e é preso escondido em galpão
Segundo a Polícia Militar, homem de 26 anos estrangulou a vítima após discussão, fugiu com celular e moto e usou mensagens para enganar parentes. Desconfiança da família e da patroa levou à localização do suspeito, que afirmou ter gasto o dinheiro em álcool e drogas.
Um homem de 26 anos foi preso em Goiânia suspeito de matar a própria companheira, de 24 anos, e usar o celular da vítima para pedir dinheiro aos familiares dela logo após o crime. De acordo com a Polícia Militar, o suspeito teria utilizado os valores recebidos para consumir bebidas alcoólicas e drogas, antes de ser localizado e detido.
A prisão ocorreu no sábado (11), após familiares e a patroa da jovem perceberem comportamento estranho nas mensagens enviadas pelo telefone da vítima e estranharem o desaparecimento dela. A partir das suspeitas, equipes de segurança foram acionadas e iniciaram buscas.
Segundo a PM, o crime aconteceu após uma discussão entre o casal. O suspeito teria estrangulado a mulher e, em seguida, fugido levando o celular e a motocicleta dela. Pouco depois, passou a enviar mensagens aos parentes da vítima, fingindo ser ela, para solicitar dinheiro.
Imagens de câmeras de monitoramento obtidas pela TV Anhanguera registraram o momento em que o homem retorna à residência e retira pertences. No vídeo, é possível ver um carro deixando o local com a caçamba carregada, enquanto uma moto acompanha o veículo.
O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado pela prima da vítima, que foi até a casa após não conseguir mais contato por mensagens ou ligações. No local, os socorristas constataram a morte da jovem.
Após a confirmação do óbito, a polícia intensificou as buscas e localizou o suspeito escondido em um galpão no Jardim Petrópolis. No local, os agentes encontraram também o celular e a motocicleta da vítima.
Ao ser detido, o homem alegou que teria sido agredido pela companheira e disse que a enforcou como forma de defesa. O nome dele não foi divulgado, e não houve manifestação da defesa até o momento.
O caso deve ser investigado para esclarecer a dinâmica do crime e apurar eventuais outros delitos relacionados à fuga, ao uso do celular e à retirada de bens da vítima.



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